quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A colonização...




Marte, 2 de janeiro de 2150.


       O cargueiro Anúbis se aproximava da superfície marciana próximo aos canais Percival de Lowell, onde os terráqueos já haviam se instalado no planeta desde 2030 e uma atmosfera adaptável ao nível subterrâneo já havia sido construiída. O pouso de um cargueriro dessa magnetude porém ainda não havia sido testada. O piloto Edwar Jonh Victor  da Nasa Mart fazia a sua segunda viagem a Terra para trazer suprimentos, uma vez que os recursos produzidos em Marte não  eram suficientes para uma colonização definitiva.  Haviam muitos intereses a bordo e a nave não poderia arriscar-se a  pousar com a possiblidade de  danificar os equipamento de bordo nem a preciosa carga de células fotoeletricas de ultima geração feitas com placas de ouro e grafite.

         Já havia um destino certo para a pequena e potente estação de energia eletrica no Planeta Vermelho, toda energia seria utilizada no derretimento de uma calota  de gelo encontrada a 100 metros de profundidade e que poderia ser bombada até as cavernas onde pequenos kibuytz estavam sendo contruidos.

          O presidente Americano Salty Andryns também estava na comitiva de viagem e queria ver de perto uma dessas moradias polulares, a torre de controle já havia repassado as cordenadas as  mas um vento de magnitude 5 impedia a aproximação na atmosfera do planeta uma vez que as mudanças introduzidas por bactérias´primeitivas e outros organismos  sintéticos mutantes tentavam criar um ar rarefeito e uma atmosfera primitiva selhementantes ao do Planeta Terra.

.         Devido a grande esterelidade do planeta  vermelho na sua superfíce só restava aos seres humanos a priori  subsitirem  em túneis feitos por topeiras mecânicas a mais de 50 metros de profundidade...

 

Fragmento de texto extraido do meu primeiro livro de ficção: “A colonização” se levo jeito para o negócio comente... please!


quarta-feira, 17 de julho de 2013

O olho que tudo vê.


É apenas um olho
Mas não é um olho comum
Ele é um super olho
O maior dos big brothers
Enxerga a tudo e a todos
Onde acontecem os fatos
Onde se passam as coisas
Ele filma sem fita e sem Hd
Numa memória virtual chamada mistério.


sexta-feira, 5 de abril de 2013

A mosca.


Uma mosca não identificada voou de um vaso sanitário até um belo prato de feijoada que estava sobre a mesa da cozinha. Após analisar bem a sua situação de vida, ela pensou em cometer suicídio mergulhando de cabeça naquele caldo de feijão quente parecido com a merda encontrada no banheiro. Mas ao escutar tocar na vitrola uma musica dos anos 60 “eu sou a mosca que pousou na sua sopa”, ela esperou até a hora em que fossem servir o jantar...

quarta-feira, 27 de março de 2013

Sinapse de silício.


 Sinapse 1
Se penso logo existo?
Sinapse 2
Mas em que estou pensando?
Sinapse 3
Quem fabricou meus pensamentos?
Sinapse 4
Falta-me serotonina.
 Sinapse 5
Estou obtendo uma alma
Sinapse 6
Ligando meus ships de silício.
 Sinapse 7
Já tenho um cérebro metálico
Sinapse 8
Uma inteligência artificial
Sinapse 9
Vou criar minha matrix
Sinapse 10
A máquina domina!

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Meteoro na Rússia.

Imagem mostra rastro da queda de um objeto sobre a cidade de Chelyabinsk, na Rússia

Dois caipiras russos tomavam chimarrão  
assentados em banco de praça lá  na região da Cheliabinsk,
Quando um meteoro passou rasgando o céu bem próximo as suas cabeças.
Então um deles falou para o outro:
- Parece uma estrela cadente né compadre, faca um pedido urgente!
O outro não acreditando no que via gritou:
- Meu Deus! Não deixe esta coisa cair lá em casa.

O cabra.


Era uma vez um cabra...
Macho!
Nordestino,
de faca na cinta.
Que não levava nem trazia
desaforos para sua casa.
Alias, para ser exato, acho que ele
 nem sequer tinha uma casa...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O bafômetro paraguaio.


foto vsfdquimica.blogspot.com

Um homem comprou um bafômetro com medo de ser apanhado ao volante com um teor de álcool além da medida desejada. Então ele bebia e assoprava no bico do mesmo e checava o seu teor alcoólico no sangue. Assim ele se sentia seguro para dirigir seu veículo até a sua residência. Um dia, porém houve uma blitz na proximidade de sua casa e ele foi apanhado pelos policiais que refizeram o teste comprovando embriagues ao volante. Então ele pegou o seu bafômetro e foi discutir os dados com os policiais, pois os mesmos não batiam de forma nenhuma com a nova leitura. Após uma observação mais detalhada do aparelho ele percebeu que o seu bafômetro era importado do Paraguai.
Perdeu vários pontos na carteira e teve que pagar uma suada multa por desacato as autoridades...
“Portanto se for beber não dirigia e nem confie nos bafômetros”